Número de animais mortos no mundo pela indústria da carne, leite e ovos, desde que você abriu esta página. Esse contador não inclui
animais marinhos, porque esses números são imensuráveis.
Estou excitadíssimo com o desenvolvimento de uma proposta que criei. Comecei a redigi-la esta manhã. Pretendo terminar a primeira versão neste fim-de-semana. E [ ... ]
Baiano de Salvador, doutor em economia pela Fundação Getúlio Vargas, pós-doutor pelo MIT, o banqueiro Daniel Dantas parece estar enrascado por estes d [ ... ]
Fomos para Croatã” e A Música como um Princípio Organizacional
Nestes dois capítulos, Bey cita alguns exemplos históricos de comunidades que sobrevive [ ... ]
Desde o dia primeiro de julho, passei a me aprofundar no estudo da literatura libertária e anarquista. Parte de minhas leituras será apontada, de forma resumida, na Seção A [ ... ]
Como você pode expressar, de forma regionalmente específica uma determinada ideia? Através da literatura, da música, da dança... ...e da publicidade!
Os vídeos abaixo fazem parte de uma campanha divertidíssima, mostrando como a história dos três porquinhos poderia ser contada de diferentes formas, dependendo do narrador. Selecionei algumas versões, e as outras podem ser vistas no site oficial do El Ojo.
Assista e garanta sua dose de gargalhadas para a semana inteira!
De uma coisa tenho certeza: há 20 anos atrás, eu não tinha a mínima ideia de como estaria aos 33 anos. Há 20 anos atrás, minha maior meta nesta mesma época do ano era conquistar a gatinha da quinta série com a qual estava namorando sem que ela soubesse.
Um bocadinho de vida depois, cá estou, profissionalmente satisfeito, bem casado, desenvolvendo novos e estimulantes projetos, planejando o primeiro filho.
Muito trabalho, muita leitura, muito aprendizado. Se olhar para trás, comparado à média das pessoas que conheço, pouco descanso. Mas não me arrependo nem um pouco. Creio que, para mim, reduzir o ritmo da vida e fazer “menos coisas” como certa vez me pediram seria mais ou menos como ser criogenado para uma pessoa menos ativa.
Este ano decidi não fazer nenhuma festa, nenhuma janta – simples ou especial – nem com amigos, nem com família, nem com esposa. Estou em um momento reflexivo (tem sido vários ultimamente [sinto falta do circunflexo em “tem”]) e do fundo deste poço que reflete minha própria imagem recebi uma proposta que decidi acatar.
Ao pensar sobre o que já tenho – pelo qual sou muito grato à minha família, amigos, colegas de profissão, pacientes e, é claro, ao meu próprio esforço – e pensar sobre o que falta às pessoas ao meu redor, a partir deste ano decidi que, no dia do meu aniversário, quero abrir mão dos presentes materiais. Vou pedir aos amigos, daqui por diante, que se quiserem me presentear que façam uma coisa por mim:
- Pratique um ato de generosidade com alguém que não conhecem. Alguém fora do círculo de amigos, familiar ou profissional. Nos próximos dias, ou na primeira oportunidade que tiver, não perca a chance de ser generoso, da forma que melhor lhe aprouver e de forma que seja útil a quem se esteja sendo gentil.
Como eu disse, é emblemático. Conseguimos fazer tantas coisas boas àqueles com os quais nos relacionamos mas, a maior parte de nós, não temos a mesma capacidade com outras pessoas, desconhecidas. Na segunda-feira, fui devolver dois DVDs na locadora e na saída, quando estava entrando no carro, um senhor me pediu dinheiro. Não tenho o hábito de dar dinheiro a quem pede pois não sei qual uso dele vão fazer e lhe respondi que não. Em seguida, o moço me pediu alguma coisa para comer, pois estava com muita fome e estava longe de casa, ao que também respondi que não, pedi licença e fui embora. Quase sincronicamente, enquanto estava jantando, comecei a ler a revista Vida Simples de julho de 2009 (esta edição está particularmente ótima) e em um artigo sobre generosidade fui alertado de algo muito simples mas que muitas vezes nos passa desapercebido: “se o mendigo na rua fosse alguém que amamos, recusaríamos a ajuda que ele pede?”.
Qual a origem deste tratamento díspar? O que promove esta individualidade do eu, do meu, do apego? Confesso que já estudo e tento me aperfeiçoar há tempos, mas exemplos como o desta segunda-feira mostram que ainda estou longe daquilo que admiro e suporto como ideal de vida em comunidade.
Então, meu amigo, se quiser me dar um presente no dia de hoje, faça isso: pratique, com desapego, sem interesse por receber nada em troca, um ato de generosidade com alguém que você não conhece. Se calhar, permaneça com o espírito aberto, para repetir esta proeza quando for possível. Se conseguir, estará me dando um presente mais valioso do que qualquer um que já ganhei.
Em função de uma viagem, não consegui me posicionar anteriormente em relação ao processo judicial iniciado por Leticia Wiezchowski, autora, entre outros, do livro A Casa das Sete Mulheres, e o blogueiro Milton Ribeiro. Entretanto, preciso somar minha voz a de tantosoutrosquejáofizeram.
Não tenho nenhum tipo de relacionamento com Leticia Wierzchowski e, por outro lado, considero-me amigo de Milton Ribeiro, o que poderia interferir em meu julgamento. Entretanto, as considerações a seguir serão tecidas da forma mais isenta possível levando em conta meu contato com os envolvidos. Para ilustrar melhor o que penso, vou contar uma historinha, com dois personagens chamados Miltona e Leticio (sem acento).
Miltona é uma escritora gaúcha de razoável sucesso regional que teve uma de suas obras escolhidas por uma rede de televisão para ser vertida em uma minissérie transmitida nacionalmente. A minissérie obteve boa visibilidade e aumentou temporariamente o número de pessoas cientes da existência da escritora, que vendeu milhares de seu livro na ocasião.
Miltona, entretanto, não conseguiu manter sua sorte seu desempenho nas obras a seguir e, depois de tentar sua sorte no mundo da arquitetura, da moda e da construção civil, resolveu dedicar-se ao direito, quando decidiu processar um de seus leitores, Leticio Ribeirinho.
Leticio Ribeirinho, um sofrido leitor da obra de Miltona, havia escrito uma resenha tentando abrandar uma critica severa que sua autora preferida havia recebido alguns anos antes por um renomado ensaísta, crítico e escritor gaúcho. Entretanto, ao tentar abrandar a crítica à sua amada escritora, o tiro acabou saindo pela culatra pois, ao imaginar que Leticio estava lhe insultando, a atrapalhada* Miltona decidiu que estava na hora de conseguir uma graninha enquanto não arranjasse uma nova ocupação, talvez como atendente no Wally-Smart.**
Mas agora, por gentileza, deixem-me concluir abruptamente este texto por dois motivos: meus pés estão ficando gelados e estão cortando seringueiras centenárias na beira do rio porque “estão impondo risco ao moradores vizinhos”. Isso parece uma inversão da lógica: primeiro eu me mudo para o lado do depósito de lixo e depois peço à prefeitura para que mude o lixão de lugar... É como escrever um livro cheio de erros e esperar que não se façam críticas a ele. É dormir com a amante na própria cama com a esposa preparando o jantar na cozinha e depois reclamar se for pego no flagra.
E não deixem de ler todos os links indicados acima e abaixo. Esta é uma história que merece ser apreendida e acompanhada.
* Alguns estudos sugerem que o analfabetismo funcional no Brasil chegue a níveis superiores a 70% da população.
** A descrição da referida profissão não tem nenhum caráter desmeritório > este disclaimer está sendo publicado a partir da observação de que algumas pessoas com visão enviesada podem crer que algumas profissões possuem importância inerente maior do que outras
Recebi a "pequena" lista de sutis desvios de conduta e inexatidões morais através de uma lista que participo, chamada Pacto Brasil. A lista é deveras ingênua, acredita na política e nas instituições para melhorar o mundo. Quer dizer, esperam educar o lobo para cuidar bem dos cordeiros...
Acompanhe os links e aprenda um pouquinho de história. Quem sabe caiam algumas fichas...
Há muito tempo atrás eu me questionava: porque afinal de contas, com tanta informação à nossa disposição, ainda assim cometíamos erros banais e insistíamos nos mesmos erros de sempre?
A resposta a essa pergunta não é simples e não é uma só.
Um dos motivos pelos quais isso acontece é justamente pela SOBRECARGA DE INFORMAÇÃO. Somos atacados de todos os lados por milhares de fontes de dados buscando cada uma sua sobrevivência em nossa consciência. Aparentemente, temos condições limitadas de lidar com este influxo de dados e pouco do que recebemos realmente é internalizado e assimilado pelos seres humanos em suas vidas práticas.
Muitos sabemos o quanto um animal sofre durante sua criação e abate para nos alimentar, mas poucos adaptam suas vidas para interromper este ciclo. Muitos conseguem perceber a amplitude das escolhas energéticas que fazem, mas poucos de fato abrem mão do ar condicionado no carro ou no local de trabalho, ou pelo menos falham em reduzir sua utilização.
Bem, isto posto: temos um primeiro problema, a sobrecarga de informação, que nos leva a um segundo motivo pelo qual seguimos insistindo nos mesmos erros: um sistema perceptivo avariado.
Vivemos em uma época em que não nos é dado tempo para aprender tampouco para explicar. A velocidade assustadora de todas as coisas imprime em cada um de nós – como regra geral – uma mensagem de que precisamos “ler” tudo superficialmente para que possamos assimilar mais, e mais, e mais, e mais coisas...
Na verdade, estamos assimilando cada vez menos, e menos, e menos, e menos... Como exemplo, publiquei há alguns dias em meu blog a oferta de enviar gratuitamente alguns DVDs que adquiri do filme Earthlings (Terráqueos) e expliquei no texto que, para receber os DVDs, bastava acessar um link e informar o e-mail. Entretanto, um leitor do blog deixou um comentário dizendo:
“Gostaria de receber os tres DVDs, qual seria o procedimento?”
Ou seja, a leitura foi feita com tanta desatenção que acabou por prejudicar o leitor, que não chegou onde queria e, de certa forma, também me prejudicou, pois tive que utilizar do meu tempo para lhe explicar, novamente, sobre como proceder.
É importante perceber que me refiro aqui não somente em relação a “leituras” que fazemos de textos escritos, mas de conversas com amigos, professores, programas de tevê e até de anúncios publicitários.
O que urge, é uma espécie de Reforma da Percepção, que leve a uma Reforma do Pensamento e, finalmente, à Reforma das Atitudes de que tanto precisamos.
E o caminho que sugerimos? Aprendizado e aperfeiçoamento constantes, compartilhamento do que aprendemos com as pessoas que estão à nossa volta, quer seja ativamente ou através do exemplo e prática diária das mudanças que vamos assimilando, aos poucos, uma a uma.
Como disse o Denis Russo Burgieman em seu artigo da Vida Simples deste mês, “Não espere que a solução para os problemas do mundo venha dos governos ou das grandes empresas. Ela virá de gente legal conectada com mais gente legal conectada com mais gente legal.”
É isso aí Denis. A conclusão a que você chegou ao citar o Re:Vision (um projeto que visa construir coletivamente um quarteirão sustentável em Dallas, no Texas) aplica-se perfeitamente à Coolmeia. Foi assim que ela foi idealizada: como um quanta no espaço e no tempo, uma miríade de TAZes, de Zonas Autônomas Temporárias em que pessoas legais, conectadas com outras pessoas legais conectadas com mais pessoas legais conseguissem, juntas, encontrar as soluções e praticar as ações que de fato mudassem desde já o mundo em que vivemos.
Você sente que é por aí também? Então junte-se a nós! Temos muito trabalho a fazer!
Esta significativa e memorável frase dita por Neil Armstrong após deixar o módulo lunar Apolo 11 ao pisar pela primeira vez na Lua, em 20 de julho de 1969, poderia ser repetida diariamente por cada um de nós.
Naquela época excitante, em que escritores de ficção científica animavam adolescentes e adultos com seus exercícios futuristas e, de fato, as previsões do começo do século começavam a tornar-se realidade, tudo era belo, esplendoroso e um futuro mágico se descortinava.
No final da década de 60, eram pouquíssimas as vozes que alertavam sobre o uso desenfreado dos bens naturais, a possibilidade de extinção da raça humana, mudanças climáticas e whatsoever.
Hoje em dia este panorama mudou. Enchentes nos noticiários viraram assustadora regra, degelo nos polos, na Patagônia, Groenlândia e nas áreas de gelo perene das altas montanhas. Apesar do forte lobby financeiro, político e - veja só - até científico que visa minimizar o problema, o fato é que estamos caminhando rapidamente para um caminho sem volta.
Quando falo em caminho sem volta, não me refiro ao planeta. Este irá se adaptar mais uma vez, como tem feito há bilhões de anos. O que talvez não consigamos mais fazer é salvar nossa própria espécie. Irei falar sobre este assunto com mais detalhe no futuro, citando alguns estudos e previsões científicas que andei verificando.
Hoje, entretando, quero congraçar-me com o lançamento da Coolmeia - Ideias em Cooperação, esta incubadora de ideias e ações altruístas, preocupadas com mudanças humanas, sociais e ambientais efetivas. Como dito em sua Carta de Princípios, a Coolmeia não busca ser a detentora de todas as respostas, mas busca isso sim, encontrar respostas que sejam satisfatórias ao nosso equilíbrio e harmonia com outros seres vivos (humanos e não-humanos) em nosso ambiente comum.
E cada um pode fazer a sua parte. E pode fazer todos os dias, ou pelo menos todas as semanas. Se 1% de nós brasileiros (um milhão e oitocentas mil pessoas), utilizarmos pelo menos 1% do nosso tempo (15 minutos por dia) para pensar em soluções ou aplicar as que já se encontram por aí, estaremos dando uma guinada significativa em direção às mudanças que necessitaremos para enfrentar as consequências do que temos plantado nos últimos 2 séculos.
Hoje acordei uma hora mais cedo para cumprir com o que me programei: plantar uma árvore e vir de bicicleta para o consultório. Sobre a bicicleta, não é um fato ocasional, tenho vindo com alguma frequência, mas neste dia não poderia deixar de vir. Mesmo com a chuva que veio e sem encontrar minha mochila e ter que deixar alguns pertences importantes em casa.
Sobre a árvore, aí embaixo estão as fotos. Plantei duas sementes de Pinus koraiensis, um tipo de pinheiro cujos frutos são os pinoles, pequenos pinhões extremamente deliciosos que podem acompanhar vários pratos.
A escolha do lugar
As sementes de Pinus koraiensis
O plantio
O aconchego da semente, em uma nutritiva terra preta
Como diz um ditado chinês: "É com um passo que se começa uma jornada de 100 quilômetros". Vamos fazer nossa parte, cada qual com o tanto que conseguir a cada dado momento da vida.
Mais uma vez, não teve pra ninguém: o glorioso Sport Club Internacional de Porto Alegre sagrou-se bicampeão gaúcho neste dia 19 de abril de 2009, vencendo por históricos 8 a 1 o esforçado time do Caxias do Sul.
Depois de já ter conquistado a Taça Fernando Carvalho sem nenhuma derrota, que corresponde ao primeiro turno do Gauchão, o time do Beira Rio venceu também invicto a Taça Fábio Koff, sagrando-se, com 18 vitórias e três empates - um desempenho arrasador, que contou inclusive vitória sobre o arqui-rival Grêmio durante o torneio - Campeão Gaúcho Invicto de 2009.
Parabéns Colorado de ases celeiro!
A propósito, eu não estava no estádio, mas meu amigo Eduardo Sabbi estava. Quer ver ele? Então acha ele aqui: Gigafoto do Internacional (imperdível!!!)
Chega um momento na vida de um homem em que ele precisa definir prioridades. Quanto antes esta percepção existir, maior é a probabilidade de se viver
plenamente a vida. Muitas pe [ ... ]
Queria um ano de férias e a possibilidade de não dormir um minuto durante esse ano. Queria que uma espécie de entidade corpórea de mim mesmo permanecesse [ ... ]